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A criação de um Naming vem acompanhado do desejo representativo que a escolha pode trazer para resultados futuros, e para tanto é fundamental considerar todos os detalhes que envolvem cada etapa. Portanto, é relevante o comparativo quanto a sedimentação, principalmente quando nos deparamos com as variações que circundam este universo particular, como alternância de público durante décadas existenciais de uma empresa, mudanças de segmento e até algumas recomposições imprescindíveis do logotipo diante de novas tendências, entretanto, o nome permanece intocável. O Naming é isto, é todo este processo avassalador de ideias, de decisões e escolhas.

5 categorias descritivas de Naming e seus exemplos mais comuns:
Acrônimo: criado a partir da junção de iniciais formando uma nova palavra: HP, OMO, TAM, IBM.
Toponímico: usa como referência o nome do lugar ou região onde a empresa tem sua origem: Folha de São Paulo, Pão de Açúcar, New York Post.
Descritivo: que faz uma associação imediata ao perfil da empresa e o serviço prestado: Banco do Brasil, General Motors, Burguer King.
Patronímico: associa o nome da empresa ao seu fundador ou algum membro da família: Ford, Chanel, Hanna-Barbera.
Original: parte da premissa que não exista, que seja fantasioso e que tome força a partir de sua veiculação: Google, Kodak, Yahoo.
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